A Biblioteca Escolar, como lugar privilegiado de acesso à informação, desempenha um papel relevante no desenvolvimento para a aprendizagem ao longo da vida. Este blog pretende divulgar os eventos realizados pela nossa Escola na Biblioteca!
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Provérbios da Quadra Natalícia
Ande o frio por onde andar no Natal vem cá parar. Até ao fim do Natal crescem os dias num saltinho de pardal.
Caindo o Natal à segunda-feira tem o lavrador de alugar a eira.
De Santa Catarina ao Natal, mês igual.
De Todos os Santos ao Advento, nem muita chuva nem muito vento.
Dos Santos ao Natal, é Inverno natural.
Dos Santos ao Natal é bom chover e melhor nevar.
Entrudo borralheiro, Natal em casa, Páscoa na praça.
Galinhas de S. João, no Natal ovos dão.
Laranja antes do Natal, livra de catarral.
Mal vai Portugal se não há três cheias antes de Natal.
Não há ano afinal que não tenha o seu Natal.
Natal à segunda-feira: lavrador alarga a eira.
Natal na praça e Páscoa em casa.
No Natal semeia o alhal mas se o quiseres cabeçudo fá-lo no Entrudo.
Passado o Natal, crescem os dias um biquinho de pardal.
Pelo Natal bico de pardal, vai ao laranjal.
Pelo Natal sachar o faval.
Pelo Natal se houver luar, senta-te ao lar; se houver escuro semeia outeiros e tudo.
Pelo Natal semeia o teu alhal e se o quiseres cabeçudo, semeia-o pelo Entrudo.
Quem colhe azeitona antes do Natal deixa o azeite no olival.
Quem come carne na véspera de Natal, ou é burro ou animal.
Quem quer bom ervilhal, semeia-o antes de Natal.
Se queres um bom alhal, semeia-o antes do Natal.
Quem ao Natal não chegar já pouco vai durar.
Quem vai ao S. Silvestre vai num ano, vem no outro e não se despe.domingo, 27 de novembro de 2011
Alexandre Herculano
Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo nasceu em Lisboa no ano de 1810. Sua vida foi marcada por lutas políticas e pela reconstrução literária da história de Portugal. Um dos mais importantes romancistas do século XIX, suas obras são de cunho romântico e vão desde a poesia ao drama e ao romance. É um dos grandes escritores de sua geração, desenvolvendo o tema romântico por excelência: a incompatibilidade do indivíduo com o meio social.Devido ao seu envolvimento na Revolta do 4 de Infantaria, é obrigado a emigrar para Inglaterra, em 1831. No ano seguinte, tendo retornado a Portugal, Herculano começa a trabalhar na Biblioteca Pública do Porto, como segundo bibliotecário. Em 1839, é nomeado diretor das bibliotecas reais das Necessidades e da Ajuda. No ano de 1853, o romancista funda o Partido Progressista Histórico. Quatro anos depois, manifesta sua discordância em relação à Concordata de Roma, que restringia os direitos do padroado português na Índia.Em 1859, adquire a quinta de Vale de Lobos, perto de Santarém, onde, embora retirado, continua a receber correspondência e muitas personalidades ligadas à cultura e ao poder. No ano seguinte, participa na redação do primeiro Código Civil português.
Em 1866, casa-se com uma senhora por quem era apaixonado desde a juventude. Morre em 1877, rodeado de enorme prestígio, traduzido numa manifestação nacional de luto organizada pelo escritor João de Deus.
Poesia:
> A Voz do Profeta (prosa poética) - 1836
> Harpa do Crente - 1837
Romance e narrativas:
> O Bobo - 1843
> Lendas e Narrativas I e II -1839 e 1844
> Eurico, o Presbítero -1844
> O Pároco da Aldeia - 1844
> O Monge de Cister - 1848
> História da Origem e Estabelecimento da Inquisição em Portugal - 1850
> História de Portugal I, II, III e IV - 1846 e 1853
Teatro:
> O Fronteiro de África - 1838
> Os Infantes em Ceuta - 1842
Feira do Livro 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Afonso Lopes Vieira
Afonso Lopes Vieira (Leiria , 26 de Janeiro de 1878 - Lisboa, 1946) foi um poeta português. Radicou-se em Lisboa, onde exerceria a função de redactor na Câmara de Deputados, até 1916. Deixaria a profissão para se dedicar exclusivamente à escrita literária. Durante a juventude participou na redacção alguns jornais manuscritos, de que são exemplos A Vespa e O Estudante . Com a publicação do livro Para Quê? - 1897 marca a sua estreia poética, iniciando um período de intensa actividade literária — Ar Livre - 1906, O Pão e as Rosas - 1908, Canções do Vento e do Sol - 1911, Poesias sobre as Cenas Infantis de Shumann - 1915, Ilhas de Bruma - 1917 , País Lilás, Desterro Azul - 1922 — encerrando a sua actividade poética, assim julgava, com a antologia Versos de Afonso Lopes Vieira - 1927. A obra poética culmina com o inovador e epigonal livro Onde a terra se acaba e o mar começa - 1940. O carácter activo e multifacetado do escritor tem expressão na sua colaboração em A Campanha Vicentina, na multiplicação de conferências em nome dos valores artísticos e culturais nacionais, recolhidas nos volumes Em demanda do Graal - 1922 e Nova demanda do Graal - 1942. A sua acção não se encerra, porém, aqui, sendo de considerar a dedicação à causa infantil, iniciada com Animais Nossos Amigos - 1911, o filme infantil O Afilhado de Santo António - 1928, entre outros. Por fim, assinale-se a sua demarcação face ao despontar do Salazarismo, expressa no texto Éclogas de Agora - 1935. Vergílio Alberto Vieira
No dia 22 de outubro comemorou-se na nossa Biblioteca o dia das "B ibliotecas Escolares" , os alunos participaram nas iniciativas...


