domingo, 27 de novembro de 2011

Novos Livros PNL



Alexandre Herculano

Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo nasceu em Lisboa no ano de 1810. Sua vida foi marcada por lutas políticas e pela reconstrução literária da história de Portugal. Um dos mais importantes romancistas do século XIX, suas obras são de cunho romântico e vão desde a poesia ao drama e ao romance. É um dos grandes escritores de sua geração, desenvolvendo o tema romântico por excelência: a incompatibilidade do indivíduo com o meio social.Devido ao seu envolvimento na Revolta do 4 de Infantaria, é obrigado a emigrar para Inglaterra, em 1831. No ano seguinte, tendo retornado a Portugal, Herculano começa a trabalhar na Biblioteca Pública do Porto, como segundo bibliotecário. Em 1839, é nomeado diretor das bibliotecas reais das Necessidades e da Ajuda. No ano de 1853, o romancista funda o Partido Progressista Histórico. Quatro anos depois, manifesta sua discordância em relação à Concordata de Roma, que restringia os direitos do padroado português na Índia.
Em 1859, adquire a quinta de Vale de Lobos, perto de Santarém, onde, embora retirado, continua a receber correspondência e muitas personalidades ligadas à cultura e ao poder. No ano seguinte, participa na redação do primeiro Código Civil português.

Em 1866, casa-se com uma senhora por quem era apaixonado desde a juventude. Morre em 1877, rodeado de enorme prestígio, traduzido numa manifestação nacional de luto organizada pelo escritor João de Deus.


Bibliografia

Poesia:

> A Voz do Profeta (prosa poética) - 1836
> Harpa do Crente - 1837

Romance e narrativas:

> O Bobo - 1843
> Lendas e Narrativas I e II -1839 e 1844
> Eurico, o Presbítero -1844
> O Pároco da Aldeia - 1844
> O Monge de Cister - 1848
> História da Origem e Estabelecimento da Inquisição em Portugal - 1850
> História de Portugal I, II, III e IV - 1846 e 1853

Teatro:

> O Fronteiro de África - 1838
> Os Infantes em Ceuta - 1842

Feira do Livro 2011


A Biblioteca da Escola Básica 2.3 do vale da Amoreira, vai realizar mais uma feira do livro de 28 de novembro a 2 de dezembro.
Comparece!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Afonso Lopes Vieira

Afonso Lopes Vieira (Leiria , 26 de Janeiro de 1878 - Lisboa, 1946) foi um poeta português. Radicou-se em Lisboa, onde exerceria a função de redactor na Câmara de Deputados, até 1916. Deixaria a profissão para se dedicar exclusivamente à escrita literária. Durante a juventude participou na redacção alguns jornais manuscritos, de que são exemplos A Vespa e O Estudante . Com a publicação do livro Para Quê? - 1897 marca a sua estreia poética, iniciando um período de intensa actividade literária — Ar Livre - 1906, O Pão e as Rosas - 1908, Canções do Vento e do Sol - 1911, Poesias sobre as Cenas Infantis de Shumann - 1915, Ilhas de Bruma - 1917 , País Lilás, Desterro Azul - 1922 — encerrando a sua actividade poética, assim julgava, com a antologia Versos de Afonso Lopes Vieira - 1927. A obra poética culmina com o inovador e epigonal livro Onde a terra se acaba e o mar começa - 1940. O carácter activo e multifacetado do escritor tem expressão na sua colaboração em A Campanha Vicentina, na multiplicação de conferências em nome dos valores artísticos e culturais nacionais, recolhidas nos volumes Em demanda do Graal - 1922 e Nova demanda do Graal - 1942. A sua acção não se encerra, porém, aqui, sendo de considerar a dedicação à causa infantil, iniciada com Animais Nossos Amigos - 1911, o filme infantil O Afilhado de Santo António - 1928, entre outros. Por fim, assinale-se a sua demarcação face ao despontar do Salazarismo, expressa no texto Éclogas de Agora - 1935.

Vergílio Alberto Vieira

Vergílio Alberto Vieira (n. 1950, Braga) formou- -se em Letras pela Universidade do Porto, tendo leccionado na Escola Passos Manuel/Lisboa até finais de 2008. Autor de títulos nos domínios da poesia, ficção, teatro, ensaio e infanto-juvenil, fez crítica de livros no Jornal de Notícias (Porto) e no Expresso (Lisboa), vindo a reunir parte dessa produção nos volumes Os Consentimentos do Mundo (1993) e A Sétima Face do Dado (2000). Nos últimos anos publicou: A Biblioteca de Alexandria/ficção (2001), Crescente Branco/ poesia (2004), Pára-me de Repente/teatro (2005) e Papéis de Fumar/obra poética (2006), a que se seguiram: Sombras de Reis Mendigos (2009) e Melancholia Perennis (2009). Está representado em antologias editadas em Portugal, Brasil, Moçambique, Espanha, França, Itália, Alemanha, Hungria, Bulgária, Estados Unidos, México e Marrocos. Pertence à direcção da Associação Portuguesa de Escritores e, recentemente, à direcção do Pen Clube Português.

Patrícia Reis

Patrícia Reis nasceu em 1970, começou a sua carreira jornalística em 1988 no semanário O Independente, passou pela revista Sábado e realizou um estágio na revista norte-americana Time, em Nova Iorque. De volta a Portugal, é convidada para o semanário Expresso, fez a produção do programa de televisão Sexualidades , trabalhou na revista Marie Claire, na Elle e nos projectos especiais do diário Público. Editora da revista Egoísta, é sócia do atelier de design e texto 004, participando em projectos de natureza muito variada. Escreveu a curta biografia de Vasco Santana e o romance fotográfico Beija-me (2006), em co-autoria com João Vilhena, a novela Cruz das Almas (2004) e os romances Amor em Segunda Mão (2006), Morder-te o Coração (2007), que integrou a lista de 50 livros finalistas do Prémio Portugal Telecom de Literatura, No Silêncio de Deus (2008) e Antes de Ser Feliz (2009).

Bailarina Mágica e a Fada Madrinha

No dia 22 de outubro comemorou-se na nossa Biblioteca o dia das "B ibliotecas Escolares" , os alunos participaram nas iniciativas...