domingo, 20 de fevereiro de 2011

Bibliografia

Livros Editados - Jean-Marie Le Clézio

Livros publicados em português

Em Portugal

  • O Caçador de Tesouros, Assírio & Alvim (1994)
  • Deserto, Dom Quixote (1986)
  • Diego & Frida, Relógio D’Água (1994)
  • Estrela Errante, Dom Quixote (1994)
  • A Febre, Ulisseia (1967)
  • Índio Branco, Fenda (1989)
  • O Processo de Adão Pollo, Europa-América (reimpressão 2008)
  • Raga: abordagem do continente invisível, Sextante (2008)

No Brasil

  • Refrão da Fome, Cosac Naify, 2009
  • O Africano, Cosac Naify, 2007
  • O Peixe Dourado, Companhia das Letras, 2001
  • A Quarentena, Companhia das Letras, 1997
  • Diego e Frida, Scritta, 1994
  • O deserto, Brasiliense, 1987

Prémio Nobel 2008

Jean-Marie Le Clézio é filho de Raoul Le Clézio, um cirurgião mauriciano, e de sua prima-irmã, Simone Le Clézio, francesa, ambos oriundos de uma família bretã que, no século XVIII, emigrou para aIlha Maurícia e adquiriu a cidadania britânica, após a anexação da ilha pelo Império. Ali era permitido aos colonos manterem as suas propriedades e o uso da língua francesa.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a família ficou separada, pois o pai estava impossibilitado de juntar-se à mãe e aos filhos, em Nice. Após a guerra, quando Jean-Marie tinha 8 anos, a família se reuniu novamente, na Nigéria, onde o pai servia como cirurgião do exército britânico.

Le Clézio estudou na Universidade de Bristol, concluiu seu curso de graduação em literatura francesa, no Institut d’Études Litteraires de Nice, passou vários anos entre Bristol e Londres, e, afinal, foi para os Estados Unidos onde se tornou professor.

Tornou-se famoso aos 23 anos, com seu primeiro romance, Le Procès-verbal ("O interrogatório"), que foi seleccionado para o Prémio Goncourt e obteve o Prémio Renaudot, em 1963.

Desde então, publicou cerca de quarenta livros, incluindo contos, romances, ensaios, duas traduções sobre o tema da mitologia indígena americana, inúmeros comentários e prefácios, assim como algumas participações em obras coletivas.

Sua carreira de escritor pode ser dividida em dois grandes períodos. De 1963 a 1975, Le Clézio explorou temas como a loucura, a linguagem, a escrita, dedicando-se à experimentação formal na sequência de contemporâneos, tais como Georges Perec ou Michel Butor. A obra de Le Clézio foi muito elogiada por intelectuais comoMichel Foucault e Gilles Deleuze.


Novos Dicionários de Expressões Idiomáticas

Novos Dicionários de Expressões Idiomáticas
António Nogueira Santos
Edições João Sá da Costa
Ano 2000


Novidades da Nossa Biblioteca (IX)

  • Dicionário da Língua Portuguesa 2011
  • Dicionário de Verbos
  • Dicionário de Sinónimos e Antónimos

Novidades da Nossa Biblioteca (VIII)

  • O Amor Faz Mal Valentim
  • As Gémeas Voltam ao Colégio
  • As Gémeas no Colégio Santa Clara
  • Halloween Que Grande Medufa
  • Susto Colaboradora
  • Pimok Baleof
  • Quando Eu for Grande
  • Invasão Formigas
  • Ismael Chopin

Novidades da Nossa Biblioteca (VII)

  • A que Sabe a Lua
  • O Mistério, Catacumbas Romanas
  • Segredo do Mapa Egípcio
  • Seis Histórias às Avessas
  • Mistério, Primeira República
  • O Segredo do Rio
  • Mortinhos por Chegar a Casa
  • Vampiro ou Nem por Isso
  • O Gato Vampiro e Outros

Álvaro Magalhães

Álvaro Magalhães nasceu no Porto, em 1951.

Começou por publicar poesia no início dos anos 80 e, em 1982, publicou o seu primeiro livro para crianças, intitulado História com muitas Letras. Desde então construiu uma obra singular e diversificada, que conta actualmente com mais de três dezenas de títulos e integra contos, poesia, narrativas juvenis e textos dramáticos.

As suas obras para a infância, onde reina a força do imaginário e da palavra, são o produto de uma sensibilidade espiritualizada que reivindica a totalidade mágica da existência e apelam permanentemente à imaginação e ao sonho, não como formas de escapismo mas como factores poderosos de modelação do ser.

Mais recentemente, acrescentou à sua obra a série Triângulo Jota de narrativas de mistério e indagação, sendo considerado “o primeiro a conseguir reformular e enriquecer, com sucesso, os modelos conhecidos”.

Actualmente com 16 títulos, a Triângulo Jota cativou já perto de um milhão de leitores. Embora a acção dessas histórias seja por vezes vertiginosa, constitui-se como palco para o teatro dos sentimentos. As personagens, expurgadas de infantilidades e artificialismo, são construídas a partir do espaço e do tempo da sua consciência e não pela sua esfera de acção, o que as torna reconhecíveis. A perfeição estrutural dos enredos, um uso peculiar do fantástico e uma “visualidade” quase cinematográfica são algumas das qualidades dessas e de outras obras narrativas do autor.
Considerado um dos mais importantes escritores da sua geração, pela originalidade e singular irreverência da sua obra, Álvaro Magalhães foi várias vezes premiado pela Associação Portuguesa de Escritores e pelo Ministério da Cultura, logo desde o início da sua carreira literária. Recentemente, integrou a delegação portuguesa ao Salão do Livro de Genebra de 2001, em que Portugal foi convidado de Honra. Neste mesmo ano, o título Hipopóptimos – Uma História de Amor foi seleccionado para integrar o Projecto BARFIE (Books and Reading For Intercultural Education), que visa a construção de uma biblioteca europeia composta por obras de reconhecida importância para a promoção da educação intercultural.

No dia 22 de outubro comemorou-se na nossa Biblioteca o dia das "B ibliotecas Escolares" , os alunos participaram nas iniciativas...