quarta-feira, 23 de junho de 2010

Trabalhos Desenvolvidos Pelos Alunos

Trabalhos desenvolvidos pelos alunos da Sala Laranja sob a orientação da Educadora de Infância, Íris Neves, a partir da leitura da obra O Tubarão na banheira (ilustrado por Paulo Galindo).

Todos conversaram sobre as ilustrações, pois já tinham visto a exposição deste ilustrador e deste livro. Depois, fez-se a ilustração da história com uma técnica de pintura que se chama: pintura submarina.Eis as obras de arte dos pequenos artistas da sala Laranja.

domingo, 20 de junho de 2010

Semana de África - Agradecimento

No âmbito da actividade “Semana de África”, que decorreu na nossa escola entre os dias 24 e 28 de Maio de 2010, a Biblioteca Escolar agradece à Coordenadora do Projecto “Entrelínguas”, professora Ana Cardoso, e às editoras da CPLP, ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio), Lidel e Porto Editora a oferta de livros, que contribuíram para o enriquecimento do nosso fundo documental.

Exposição de Ilustrações - Obras PNL

Entre os dias 7 e 15 de Junho, está a decorrer na Biblioteca da Escola uma exposição de ilustrações de obras do Plano Nacional de Leitura.

Podem-se ver trabalhos muito engraçados feitos pelos alunos das três escolas do Agrupamento, desde o Pré-Escolar ao 3ºciclo.

Professores e alunos foram convidados a visitar a exposição, e puderam fazer sopas de letras sobre escritores e histórias, colorir desenhos alusivos a obras do PNL e ver uma apresentação feita em PStory pelas turmas 4ºA e 4ºF, da história “O Nabo Gigante”.

terça-feira, 8 de junho de 2010

sábado, 5 de junho de 2010

Miguel Horta

Pintor. Lisboa (1959). Toda a sua obra se desenvolve em torno da deriva das placas e das ideias numa investigação encontrada nos fundos marinhos. Frequentou Gravura (Cooperativa de Gravadores Portugueses), o AR.CO (Centro de Arte e Comunicação Visual) e o ateliê de ilustração de Maria Keil.
O seu percurso expositivo é pontuado por presenças regulares em Portugal e no resto da Europa. Entre as colecções que apresentam o seu trabalho poderemos destacar o Kuratorium Europaishe Kulturarbeit (Beratzhausen- Alemanha), Kisceli Museum (Budapest - Hungria) , Faculdade de
Ciências e Tecnologia U. N., Fundação Mário Soares ou Fidelidade grupo segurador, entre outras. Embora seja essencialmente um artista plástico, desde muito cedo encarou a Animação Cultural como uma outra ferramenta para a comunicação das ideias.
Neste campo encontramos duas linhas mestras de intervenção: a Promoção do Livro e da Leitura e a Educação pela Arte. Como breve referência do seu longo percurso mencionamos a sua colaboração com a divisão de bibliotecas da Câmara Municipal de Lisboa, divisão de educação da C. M. Sintra, Palavras Andarilhas (Biblioteca de Beja), Biblioteca de Santa Maria da Feira, Rede Comum (Acert), IPLB - itinerâncias, Teatro Viriato, Culturgest, Teatro Aveirense, Teatro Virgínia, Teatro do Campo Alegre, MIMO (Leiria), Museu Grão Vasco, Museu de Arte Moderna de Sintra, Ellipse Foundation, Museu de Arqueologia de S. Miguel de Odrinhas, Centro de Pedagogia e Animação - CCB, Centro de informação Europeia Jaques Delors , "O Espaço do Tempo" (Montemor o Novo) e a Associação Cultural Moinho da Juventude (Cova da Moura). Integra a equipa do sector de educação do CAMJAP (F.C.G,) desde Outubro de 2005.
Em 2006 publicou "Pinok e Baleote" (livro infanto-juvenil). Actualmente desenvolve o projecto "A cor das histórias" em estabelecimentos prisionais (IPLB-DGSP).

Projecto Bilingue

No âmbito do Projecto Bilingue, no dia 2 de Junho, deslocou-se às Escolas do primeiro ciclo do Agrupamento o escritor e ilustrador Miguel Horta.


Manuel Alegre

Poeta. Fez os estudos secundários no Porto, altura em que fundou, com José Augusto Seabra, o jornal Prelúdio. Do Liceu Alexandre Herculano, do Porto, passou a Coimbra, em cuja Universidade foi estudante de Direito, de par com uma grande actividade nas áreas da política, da cultura e do desporto.
Destacado elemento dos movimentos estudantis, fez parte da Comissão da Academia que apoiou a candidatura de Humberto Delgado a presidente da República; foi um dos fundadores do Centro de Iniciação Teatral da Universidade de Coimbra (CITAC) e membro do Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC), foi ainda director do jornal A Briosa, redactor da revista Vértice e colaborador da Via Latina; praticante de natação, representou a Académica em provas internacionais.
Em 1962, foi mobilizado para Angola, tendo aí participado numa tentativa de revolta militar, pelo que esteve preso no forte de São Paulo de Luanda, cárcere onde conheceu Luandino Vieira, António Jacinto e António Cardoso. Libertado da cadeia angolana, foi desmobilizado e enviado para Coimbra em regime de residência fixa. Em 1964, exilou-se para Argel, onde viveu dez anos. Ali seria dirigente da Frente Patriótica de Libertação Nacional (FPLN), presidida por Humberto Delgado, e principal responsável e locutor da emissora de combate à ditadura de Salazar, «A Voz da Liberdade».
Após o 25 de Abril, regressou a Portugal, passando a dedicar-se à política no seio do Partido Socialista de que é membro da Comissão Política. Fez parte do 1º Governo Constitucional e tem sido desde então deputado à Assembleia da República. É também membro do Conselho de Estado, do Conselho das Ordens Nacionais e do Conselho Social da Universidade de Coimbra.
Foi o primeiro português a receber o diploma de membro honorário do Conselho da Europa. Entre outras condecorações, recebeu a Grã Cruz da Ordem da Liberdade (Portugal), a Comenda da Ordem de Isabel a Católica (Espanha) e a Medalha de Mérito do Conselho da Europa.
Em Setembro de 2005 apresentou a sua candidatura à Presidência da República nas eleições agendadas para Janeiro de 2006.
Como poeta, começa a destacar-se nas colectâneas Poemas Livres (1963-1965), publicadas em Coimbra de par com o «Cancioneiro Vértice». Mas o grande reconhecimento dos leitores e da crítica nasce com os seus dois volumes de poemas, Praça da Canção (1965) e O Canto e as Armas (1967), logo apreendidos pelas autoridades, mas com grande circulação nos meios intelectuais.
Começando por tomar por base temática a resistência ao regime, o exílio, a guerra de África, logo a poesia de Manuel Alegre evoluiria num registo épico e lírico que bebe muito em Camões e numa escrita rítmica e melódica que pede ser recitada ou musicada. Daí ser tido como o poeta português mais musicado e cantado, e não só em Portugal, mas também, por exemplo, na Galiza (Grupo «Fuxan Os Ventos») e na Inglaterra (Tony Haynes, BBC). Daí Urbano Tavares Rodrigues: «Os dois grandes veios que alimentam a poesia de Manuel Alegre, o épico e o lírico, confluem numa irreprimível vocação órfica que dele faz o mais musical (e o mais cantável) dos poetas portugueses contemporâneos.»
Estreando-se na ficção com Jornada de África, em 1989, Manuel Alegre não deixa de arrastar para a prosa e pela prosa a sua vocação fundamental de poeta. «A poesia é a sua pátria», lembra Marie Claire Wromans, e confirma-o a prosa de A Terceira Rosa.
Para além das revistas e jornais já citados, Manuel Alegre tem colaboração dispersa por muitos outros jornais e revistas culturais, de que destacamos: A Poesia Útil (Coimbra, 1962), Seara Nova, o suplemento do Diário Popular «Letras e Artes», Cadernos de Literatura (Coimbra, 1978-), Jornal de Poetas e Trovadores (Lisboa, 1980-) e JL: Jornal de Letras, Artes e Ideias. Está traduzido para alemão, francês, italiano, romeno e castelhano, e incluído em antologias portuguesas e estrangeiras. Poesia sua, declamada por Mário Viegas, foi gravada em disco.

No dia 22 de outubro comemorou-se na nossa Biblioteca o dia das "B ibliotecas Escolares" , os alunos participaram nas iniciativas...