sábado, 6 de fevereiro de 2010

Teresa Guedes

Teresa Guedes (m.2007) foi professora e dinamizou Acções de Formação para alunos e docentes no âmbito da Escrita Criativa.
Foi responsável por um Clube de Poesia na escola.
Está representada em antologias de literatura infanto-juvenil.
Entre várias obras de carácter pedagógico, as mais recentes foram publicadas na Editorial Caminho.

Livro do Mês de Fevereiro


Manuel António Pina
o Têpluquê
2º Ciclo

O Têpluquê e Outras Histórias
é um livro onde os jogos linguísticos e as derivações da imaginação servem de motivo para escrever contos fantásticos de escaravelhos contadores de histórias, personagens com nomes estranhos e pensamentos com vontade própria. Um livro para rir e imaginar.

Livro recomendado para o 2º ano de escolaridade destinado a leitura autónoma e/ou leitura com apoio do professor ou dos pais.


Real ... mente
Teresa Guedes
3º Ciclo

Na primeira parte deste livro, destinada aos mais novos, as palavras reinam de uma forma divertida. Para os mais crescidos,na segunda parte, ostentam um manto de sedução.
Realmente!
Esta palavra pode exprimir admiração por quem tem uma mente lúcida e excelente. Real....mente:
não pertence à realeza,mas o palácio de uma mente é uma enorme riqueza.
Os reis verdadeiros sonham com tronos de livros e abdicam dos seus reinados, por uma rara e cobiçada coroa de palavras preciosas...

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para leitura orientada na sala de aula no 5.º ano de escolaridade - Grau de dificuldade I

Manuel António Pina

Poeta, autor de livros infantis e tradutor. É licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra. Entre 1971 e 2001 foi jornalista profissional no Jornal de Notícias (Porto), onde desempenhou igualmente funções de editor e chefe de redacção. Além do JN, tem ainda colaboração dispersa por outros órgãos de comunicação, entre imprensa escrita, rádio e televisão (República, Diário de Lisboa, O Jornal, Expresso, Jornal de Letras, Artes e Ideias, Marie Claire, Visão, Rádio Porto, RTP, Península (Barcelona), etc.). Foi também professor da Escola Superior de Jornalismo do Porto e membro do Conselho de Imprensa. É actualmente (Março 2003) colunista da revista Visão.

A obra de Manuel António Pina consegue uma forte coesão, mantendo em ambos os registos — o da poesia e o da chamada “literatura para a infância” — aquilo que já foi classificado como “um discurso de invulgar criatividade e de constante desafio à inteligência do leitor”, qualquer que seja a sua idade.

Luís de Camões - Quem Diz Que Amor é Falso ou Enganoso



Quem diz que Amor é falso ou enganoso,
Ligeiro, ingrato, vão desconhecido,
Sem falta lhe terá bem merecido
Que lhe seja cruel ou rigoroso.

Amor é brando, é doce, e é piedoso.
Quem o contrário diz não seja crido;
Seja por cego e apaixonado tido,
E aos homens, e inda aos Deuses, odioso.

Se males faz Amor em mim se vêem;
Em mim mostrando todo o seu rigor,
Ao mundo quis mostrar quanto podia.

Mas todas suas iras são de Amor;
Todos os seus males são um bem,
Que eu por todo outro bem não trocaria.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Rimas Infantis

Quando sentires uma lágrima no rosto
É uma tristeza sem fim
Tem cuidado muito cuidado
Porque o amor começa assim.

in A Poesia do Recreio. Colecção Polígono

Rimas Infantis

De coração te desejo
Ventura e felicidade
E para sempre continue
A nossa sã amizade.

in A Poesia do Recreio - Colecção Polígono

domingo, 31 de janeiro de 2010

Tradições do Dia de São Valentim

Muitas são as tradições associadas ao dia de São Valentim, variando de país para país.

Por exemplo, nas Ilhas Britânicas na altura dos Celtas, as crianças costumavam vestir-se de adultos e cantavam de porta em porta, celebrando o amor; no actual País de Gales, os apaixonados trocavam entre si prendas como colheres de madeira com corações gravados, chaves e fechaduras, o que significava «Só tu tens a chave do meu coração».

Já na Idade Média, em França e na actual Inglaterra, no dia 14 de Fevereiro, os jovens sorteavam os nomes dos seus pares e estes eram cosidos nas mangas durante uma semana. Se alguém trouxesse um coração costurado na camisola, isso significava que essa pessoa estava apaixonada.

Ao longo dos tempos, as tradições de São Valentim foram adquirindo um grau de complexidade cada vez maior. A cada ano que passava, foram-se criando novas tradições, lendas e brincadeiras, como é o caso das mensagens apaixonadas.

A tradicional troca de cartões, cartas e bilhetes apaixonados no dia 14 de Fevereiro teve origem na altura da própria lenda de São Valentim, quando este teria deixado um bilhete à filha do seu carcereiro. No entanto, não há qualquer facto que comprove esta lenda.

Porém, é certo que, no século XV, Charles, o jovem duque de Orleães, terá sido o primeiro a utilizar cartões de São Valentim. Isto porque, enquanto esteve aprisionado na Tower of London, após a batalha de Agincourt em 1945, terá enviado, por altura do São Valentim, vários poemas e bilhetes de amor à sua mulher que se encontrava em França.

Durante o século XVII sabe-se que era costume os enamorados escreverem poemas originais, ou não, em pequenos cartões que enviavam às pessoas por quem estavam apaixonados. Mas, foi a partir de 1840, na Inglaterra vitoriana, que as mensagens de São Valentim passaram a ser uniformizadas. Os cartões passaram a ser enfeitados com fitas de tecido e papel especial e continham escritos que ainda hoje nos são familiares, como é o caso de «would you be my Valentine».

Nos dias de hoje, é entre os mais novos que estas mensagens de São Valentim são mais populares, sendo uma forma de expressarem as suas paixões.

No dia 22 de outubro comemorou-se na nossa Biblioteca o dia das "B ibliotecas Escolares" , os alunos participaram nas iniciativas...