A Biblioteca Escolar, como lugar privilegiado de acesso à informação, desempenha um papel relevante no desenvolvimento para a aprendizagem ao longo da vida. Este blog pretende divulgar os eventos realizados pela nossa Escola na Biblioteca!
sábado, 19 de maio de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
O Desastre no Dia de S. Valentim
O Desastre no Dia de S. ValentimGeronimo Stilton

«Com mil mozarelas, esta manhã o meu despertador não funcionou… magoei a cauda, um dedo, o ombro, a pata… o meu jornal não foi distribuído… a minha casa ficou alagada! Enfim, correu-me mesmo tudo mal, enquanto não encontrei uma certa roedora, verdadeiramente especial!»
quarta-feira, 6 de abril de 2011
O Galeão dos Gatos Pratas
O Galeão dos Gatos PratasGerónimo Stilton

«Alguma vez ouviram falar do terrível Pirata Negro? Ah, não? Sorte vossa! É o terror de todos os mares, o pior pesadelo de qualquer rato. E digam-me lá se isto não é azar? Porque havia logo de me calhar a mim ver-me prisioneiro na sua nave?...»
sábado, 5 de março de 2011
Gil Vicente - Obras Publicadas
Gil Vicente - Obras Publicadas
- Auto da Visitação (1502)
- Auto Pastoril Castelhano (1502)
- Auto dos Reis Magos (1503)
- Auto de S. Martinho (1504)
- Auto da Índia (1509)
- Auto da Fé (1510)
- Auto das Fadas (1511)
- O Velho da Horta (1512)
- Exortação da Guerra (1513)
- Auto da Sibila Cassandra (1513)
- Comédia do Viúvo (1514)
- Quem tem farelos (1515)
- Auto dos Quatro Tempos (1516)
- Auto da Barca do Inferno (1517)
- Auto da Barca do Purgatório (1518)
- Auto da Alma (1518)
- Auto da Barca da Glória (1519)
- Auto do Deus Padre (1520)
- Comédia de Rubena (1521)
- Cortes de Júpiter (1521)
- Auto da Fama (1521)
- Pranto de Maria Parda (1522)
- Farsa de Inês Pereira (1523)
- Auto Pastoril Português (1523)
- Auto dos Físicos (1524)
- Frágua d'Amor (1524)
- Farsa do Juiz da Beira (1525)
- Farsa das Ciganas (1525)
- Dom Duardos (1525)
- Templo d'Apolo (1526)
- Breve Sumário da História de Deus (1526)
- Diálogo dos Judeus sobre a Ressurreição (1526)
- Nau d'Amores (1527)
- Comédia sobre a Divisa da Cidade de Coimbra (1527)
- Farsa dos Almocreves (1527)
- Auto Pastoril da Serra da Estrela (1527)
- Auto da Feira (1528)
- Auto da Festa (1528)
- Triunfo do Inverno (1528)
- O Clérigo da Beira (1530)
- Jubileu d'Amores (1531)
- Auto da Lusitânia (1532)
- Auto de Mofina Mendes (1532)
- Romagem de Agravados (1533)
- Amadis de Gaula (1533)
- Auto da Cananeia (1534)
- Floresta de Enganos (1536)
Auto da Baca do Inferno
Auto da Baca do InfernoGil Vicente
Gil Vicente conseguiu reunir nessa peça sua maior obra, a crítica ferina carregada de divertimento e espírito reformador. Definido pelo próprio autor como um “Auto de Moralidade”. O cenário consiste em duas embarcações, em um porto imaginário aonde todas as almas chegam quando morrem. A ação da peça começa com a chegada dos personagens a esse porto em busca da vida eterna. A “Moldura Simbólica” do auto é representada por esse espaço onde o teatro de costumes e de religiosidade alegórica foram ressaltados pelo autor. A preparação das barcas consiste na primeira cena... O diabo está alegre com a certeza de que receberá muitas almas, e o anjo ao contrário, encontra-se sério e quieto, porém ao assumirem posturas opostas fica o Diabo quase que dominando a peça, com uma alegria, simpatia e ironia que diverte o público. O Fidalgo Anrique é a primeira figura do auto, trazendo como referencia de sua posição, um pajem carregando uma cadeira com encosto e ricamente vestido. Nada disso faz diferença porque o julgamento é moral. O Diabo é o primeiro a receber as almas, convida o fidalgo a entrar na barca, ao saber do destino ele zomba. Por ter deixado alguém que rezasse por ele queria ir para o paraiso, porém que ao ser rejeitado pelo anjo ele mostra certa humildade quando se arrepende da vida vazia que levou. O que levou a condenação desse personagem que foi a tirania, a frivolidade e soberba. O próximo é o Onzeneiro Ambicioso. Esse personagem é condenado pela avareza e ganância, traz consigo uma grande bolsa onde guardava o dinheiro que roubava das pessoas quando vivo em suas agiotagens; o Diabo o cumprimenta alegre; ele se recusa a entrar nesse batel, mas é despedido pelo anjo que condena por exercer a Onzena... Quase enganado pelo Diabo que o quer embarcar, a próxima figura do Auto é o Parvo, ingênuo Joane. Que escapa dizendo palavrões quando descobre o destino dessa barca. Ao se deparar com o anjo é acolhido, sua sentença é de glorificação da modéstia e da humildade. O sapateiro ladrão chega carregado de pesadas formas, que apontam para sua profissão. Quer saber onde esta a barca destinada aos que morreram confessados e comungados, o diabo o lembra de que, por anos ele roubou o povo com seu oficio, tenta alivio de sua pena com o anjo, mas sem sucesso! Sua condenação é por má fé no comércio e hipocrisia religiosa. O Frade namorador é o próximo, chega com sua namorada Florença, além das vestes sacerdotais ele traz suas esgrimas. O Diabo alegre e simpático os convida a embarcar, o frade se espanta. Recorre ao anjo, reprovador o anjo nem sequer esboça uma palavra. O frade muito apegado aos prazeres do mundo. O frade recebe condenação por falso moralismo religioso. A Alcoviteira Brísida Vaz chega recusando entrar na barca do Diabo ela grita que possui bens... O Diabo se encarrega dela, pois se agrada muito com sua sordidez, de nada adianta ela tentar envolver o anjo com sua maneira sedutora, é na barca para o inferno que embarca. Sua sentença é a condenação por feitiçaria e da prostituição. O Judeu rejeitado chega trazendo um bode nas costas, o bode simboliza o judaísmo, o Diabo perde a alegria, recebe o judeu com má vontade, esse ao saber o destino quer embarcar, mas o Diabo alega não aceitar o bode em sua barca. O Diabo cede por fim deixando que ele e o bode seguissem viagem rebocados num barco ao lado do seu. Essa passagem do judeu é de difícil interpretação e Gil Vicente se mostra um pouco dividido por ora defender e ora criticar os judeus ao decorrer de sua obra. O Corregedor (mesmo que juiz hoje), chega com autos e processos, esse personagem ao ser convidado pelo Diabo desfere uma defesa singular, misturando latim forense com português. Nessequesito o autor consegue dar graça a seriedade da situação. Ele através do humor mostra a instabilidade da formação dos homens de lei de seu tempo. Em meio a esse tumulto chega ao porto o Advogado (procurador do estado) carregando livros, o Procurador é convidado para entrar na barca para o inferno, como o corregedor ele se recusa a entrar, não sendo recebidos pelo anjo, eles acabam por fim indo fazer companhia a Brísida que em vida respondeu a muitos processos e era conhecida dos dois. A sentença deles é a condenação da burocracia corrupta e do uso do poder em beneficio próprio. O próximo personagem que se aproxima vem trazendo em seu pescoço ainda a corda com a qual se enforcou. O Enforcado Testa-de-Ferro Pero de Lisboa tenta a redenção dos crimes que cometera, o Diabo tira suas esperanças, afinal ele não passava de um testa-de-ferro, que assumia e praticava crimes, para poupar o nome de seu chefe e dividia com ele os lucros. Mais uma vez é colocada em destaque a crítica a burocracia corrupta. Os Quatros Cavaleiros de Cristo, são os últimos personagens, trazem armas e uma cruz, (símbolos do cristianismo), mortos nas cruzadas, passam direto pelo Diabo em direção a barca do paraíso, o Diabo os chama, os convida, mas eles passam sendo recebidos pelo Anjo. Os quatro são recebidos pelo anjo e assim termina a peça. A sentença dos Quatro cavaleiros é a glorificação do ideal das cruzadas e do espírito do Cristianismo puro.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Crónicas do Vampiro Valentim - Mortinhos Por Chegar a Casa
Crónicas do Vampiro Valentim - Mortinhos Por Chegar a CasaÁlvaro Magalhães

Mil-Homens descobre onde os vampiros Perestelo estão a viver e monta a sua operação de caça, atacando ao amanhecer; mas enganou-se na casa e nem sonha o que lhe vai acontecer.
Entretanto, os Perestelo fugiram de casa, pelas traseiras, e refugiaram-se numa pensão. À noite, chegou uma encomenda misteriosa. O Avô abriu-a e saiu de lá uma luzinha muito branca, de um branco puro. “Sigam a minha alma”, dizia o papel que a acompanhava. Aquilo era uma alma? Seguiram-na e, mais adiante, passaram pela casa onde viviam antes de morrer. A casa estava ocupada, e também não era aí que a tal alma os queria levar. E eles mortinhos por chegar a casa, a uma casa qualquer…
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
A Maratona Mais Louca do Mundo
StiltonA Maratona Mais Louca do Mundo

Suportado por uma mancha gráfica apelativa que retrata bem o universo juvenil, Stilton capta na perfeição o imaginário que faz sonhar as crianças desenvolvendo a sua imaginação e estimulando o seu interesse.
Em A Maratona Mais Louca do Mundo, o amigo de Stilton Rataldo Rowque, um dos mais famosos atletas da Ratázia, deixou-o furioso com o seu superprograma de treino…depois, juntos, participaram numa corrida extra-rática onde lhes aconteceu de tudo, mas mesmo de tudo…..

